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Três famílias, cada uma com um papel: a Schibsted Grotesk fala alto, a Hanken Grotesk carrega o produto e a IBM Plex Mono identifica a máquina.

As três famílias

A Schibsted Grotesk, nos pesos 700 e 800, aparece em títulos, números grandes e no wordmark, sempre com tracking negativo em torno de −0,04em. A Hanken Grotesk carrega quase todas as palavras do produto: corpo, rótulos, botões, formulários e mensagens de erro. A IBM Plex Mono marca tudo que é máquina. Quando a inteligência artificial fala, escreve ou assina, é em mono, e ela se identifica. Metadados, protocolos, horários e rótulos seguem a mesma família. Trata-se de transparência: ninguém deveria precisar adivinhar se conversou com uma pessoa. A quarta letra. A Caveat existe para os bilhetes escritos à mão sobre as telas do site, como se alguém tivesse anotado a lápis por cima da impressão. Um peso, um uso, e nunca como tipografia de leitura.

Wordmark

Sempre minúsculo, tartini, em Schibsted 800. Em texto corrido, inicial maiúscula. Inter, Roboto, Arial e Space Grotesk não entram. Bricolage Grotesque é a fonte da SAN e fica com a SAN. Wordmark tartini em Schibsted Grotesk 800, minúsculo, ao lado do símbolo

Escala

O kicker é escasso por decisão. Quando toda seção abre com um rótulo em mono, o rótulo vira ritmo de template e deixa de localizar o leitor: a posição da seção na página já a categoriza.