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Este é o manual da marca do Tartini: o símbolo, as cores, as letras, a voz e as medidas de aplicação. Cada capítulo traz o que pode ser feito, o que não pode, e o motivo.
A versão publicada no site, em tartini.com.br/tartini/marca, é a fonte deste manual. Quando as duas divergirem, vale o site.

O nome

Giuseppe Tartini, violinista do século XVIII, criou a terceira nota: toque duas notas certas ao mesmo tempo e surge uma terceira, mais grave, que nenhuma das duas cordas emitiu. A altura dela é a diferença entre as duas. O produto tem duas partes que precisam estar certas ao mesmo tempo: as pessoas que atendem e a IA que trabalha com elas. Daí vem o nome, e daí vem o critério que rege este manual: se a marca deixa dúvida sobre qual dos dois lados está falando, o gestor perde o critério e o cliente perde a referência. Lockup canônico do Tartini: o símbolo ao lado do wordmark tartini em minúsculo Lockup canônico: símbolo a 34 pixels, respiro de 12, wordmark a 30.

O fenômeno

A terceira nota serve de prova porque amplifica o erro. Um desvio pequeno nas duas notas de cima vira um desvio grande na de baixo, e qualquer pessoa na sala percebe se as duas partes estão afinadas. O erro sobe de escala ao descer de altura: é o que torna a terceira nota utilizável como prova. Na marca, cada lado tem uma cor, e o encontro entre os dois tem a sua:
  • Terracota, #EB5E28: as pessoas.
  • Cobalto, #2667FF: a inteligência artificial.
  • Gradiente de terracota a cobalto: onde os dois se tocam.

O manual